Um trabalho de suporte a due diligence, em que a leitura de vários exercícios de uma empresa precisava ser independente, documentada e defensável.

O ponto de partida

Em due diligence, número sem origem não vale. As informações chegam de fontes diferentes, em formatos diferentes, e cada pergunta de quem analisa exige voltar à fonte. Sem método, cada resposta vira uma planilha nova, feita às pressas e difícil de defender.

A exigência era alta: cada número do relatório precisaria poder ser refeito por outra pessoa, a partir da origem, e chegar ao mesmo valor.

O que fizemos

  1. Plano de auditoria em oito fases, da reconciliação das fontes e da integridade dos dados até a análise das demonstrações do exercício.
  2. Base única. Mais de 17 mil registros consolidados, com classificação padronizada. Os agentes fizeram a extração e as conferências com rotinas que podem ser rodadas de novo a qualquer momento, com o mesmo resultado.
  3. Achados classificados por gravidade: 20 no total, 7 deles críticos, cada um com a evidência, o impacto e o que falta para fechar.
  4. Relatório executivo com régua fixa. Cada exercício é lido com os mesmos indicadores, na mesma ordem, para que um ano possa ser comparado ao outro sem ajuste de critério. Número de plano aparece rotulado como plano, nunca como realizado.
  5. Trilha em todo número. Cada valor do relatório aponta para a sua origem, e os valores de referência são conferidos ao centavo.

O que mudou

IndicadorResultado
Registros consolidados na base únicamais de 17 mil
Fases da auditoria8
Achados20, sendo 7 críticos
Relatório executivo93 páginas e 32 quadros numerados, todos com fonte

Quando surge uma pergunta nova, a resposta sai da mesma base, pela mesma rotina, em vez de uma planilha montada às pressas.

Como funciona hoje

O relatório é vivo: quando chega informação nova, ele ganha páginas novas ao lado das existentes, sem apagar o que já foi apresentado, e cada versão fica registrada com o que mudou e por quê.

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