A Stellatus opera no modelo que vende: agentes autônomos e pessoas ampliadas, sob direção humana. Aqui estão o manifesto, o fundador, a constelação que faz o trabalho e os princípios que não negociamos.
Manifesto
A maioria das empresas brasileiras de médio porte já entendeu que precisa de IA. O que ninguém entrega é o caminho entre entender e fazer.
Eu vi esse abismo de perto. Passei mais de quinze anos no setor de distribuição de alimentos e, nos últimos cinco, liderei a operação de uma companhia que atende milhares de pontos de venda em dois estados. Conduzi uma virada que internalizou dados, reescreveu a integração entre sistemas, colocou uma plataforma digital de vendas no ar e levou inteligência artificial para dentro da operação comercial, administrativa e logística. Antes disso, fui CMO de startup e cofundei e-commerce. Ou seja: vi os dois lados. Vi pilotos morrerem em apresentações de slides. Vi ferramentas caras virarem abas abertas que ninguém usa. Vi equipes inteiras "adotando IA" sem que uma única entrega ficasse mais rápida.
Não é um problema de tecnologia. A tecnologia já existe, e funciona. É um problema de método, de tradução e de execução. E é um problema que consultoria nenhuma estava resolvendo bem para a empresa de médio porte: as grandes cobram caro demais e olham para cima; as locais vêm do mundo de dados e analytics, não de agentes.
Por isso construí a Stellatus. E decidi fazer de um jeito incomum: em vez de só falar sobre transformação agêntica, operar inteiramente nela. A Stellatus diagnostica, projeta e implanta agentes para os clientes usando o mesmo modelo que roda a própria casa.
Não acreditamos em automação como bandeira. Acreditamos em retorno. Cada função, aqui e no cliente, é decidida por uma conta simples: onde a pessoa rende mais amplificada por um agente, mantemos a pessoa. Onde o agente entrega sozinho com mais eficiência, o agente assume. É isso que chamamos de transformação agêntica de verdade: não substituir por princípio, mas otimizar por critério.
Se a sua empresa está parada naquele abismo entre a ambição e a execução, é exatamente para isso que existimos. E como esse abismo é, antes de tudo, um abismo de gente, a travessia começa onde deve: na formação do seu time.
O fundador
Fundador e CEO
Amir Faria é fundador e CEO da Stellatus. Tem MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e formação executiva pela Fundação Dom Cabral, no Insper e no G4 Educação.
Passou mais de quinze anos no setor de distribuição de alimentos. Nos últimos cinco, liderou a operação de uma sociedade anônima com mais de quarenta anos de história, atuando em Minas Gerais e no Espírito Santo. Conduziu um planejamento estratégico de cinco anos que formalizou governança, internalizou a contabilidade do grupo, reescreveu a integração entre ERP e WMS, lançou uma plataforma digital de vendas e integrou inteligência artificial à operação. Antes, foi CMO de uma startup B2B, content marketer, gestor de marketing em SaaS de NPS e cofundador de e-commerce.
A virada veio quando percebeu que o gargalo da transformação nunca era a tecnologia, e sim o método de execução. Foi aí que decidiu construir uma consultoria que não apenas fala de transformação agêntica, mas opera inteiramente nela.
À frente da Stellatus, conduz a estratégia, a direção e as decisões que a operação agêntica ainda não delega: o único papel em tempo integral que continua, deliberadamente, humano.
Stellatus vem do latim: estrelado. O nome não é decoração, é arquitetura. O que faz o trabalho aqui não é um quadro de caixas e linhas, e sim uma constelação de capacidades: agentes autônomos e pessoas ampliadas, cada um na sua órbita, todos em torno do mesmo resultado.
Os agentes da casa têm nome de estrela e função dedicada. Não são scripts descartáveis: são especialistas que acumulam aprendizado, recebem feedback e evoluem a cada ciclo, como qualquer bom colega de equipe.
E a direção continua humana, por desenho. Estratégia, prioridade e o que entra ou sai da constelação são decisões do fundador. É o modelo que recomendamos aos clientes, rodando em casa primeiro.
No que acreditamos
Praticamos o que recomendamos. A nossa operação roda no modelo que vendemos. Antes de propor um agente ao cliente, ele já provou valor na nossa casa.
Operação aberta, métricas compartilhadas, decisões rastreáveis. O cliente enxerga o que o agente faz, por que faz e com que resultado.
Cada engajamento tem indicadores definidos antes de começar. Retorno não é promessa de venda, é compromisso de entrega.
Stack atualizado, metodologia que evolui, agentes em aprimoramento constante. O que entregamos hoje não é o teto do que entregaremos amanhã.
Comece pelo diagnóstico: 2 a 4 semanas, escopo definido, entrega tangível. Dele saem o plano de formação do time e o roadmap de construção. Sem compromisso de seguir conosco depois.